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	<title>Arquivo de tenacidade - João Correia</title>
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	<description>Livros e Palestras do João Correia&#039;s Books &#38; Lectures</description>
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	<title>Arquivo de tenacidade - João Correia</title>
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		<title>O Inferno que passou a Céu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 22:02:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se me tivessem perguntado há uns anos o que achava da ideia de estar num parque de diversões &#8211; com música estridente a ecoar nos altifalantes e um coro caótico de crianças aos gritos &#8211; eu teria dito, sem hesitar: “vocês ‘tão mas é malucos!” Não havia dinheiro no mundo que me convencesse a trocar &#8230;</p>
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<p>Se me tivessem perguntado há uns anos o que achava da ideia de estar num parque de diversões &#8211; com música estridente a ecoar nos altifalantes e um coro caótico de crianças aos gritos &#8211; eu teria dito, sem hesitar: “vocês ‘tão mas é malucos!” Não havia dinheiro no mundo que me convencesse a trocar a tranquilidade da minha mesa da sala, com o portátil, por um cenário que, na altura, chamaria de infernal.</p>



<p>Hoje, curiosamente, é exactamente aí que me sinto bem.</p>



<p>Talvez seja por vivermos numa era em que a internet é praticamente ilimitada e temos acesso à dita através de uma maquineta que nos acompanha continuamente e que, antigamente, usávamos só para nos telefonarmos uns aos outros. Hoje em dia admito que já nem me dou ao trabalho de pedir passwords de wifi e prefiro a segurança, e rapidez, do meu hotspot privado.</p>



<p>Curiosamente, no meio do caos, da música, gritos e loucura, encontro uma estranha serenidade.</p>



<p>Vejo o Nikola a correr com os amigos e a rir-se sem filtros, a atirar bolas de borracha como se acertar no adversário fosse a coisa mais importante do universo. E eu ali, sentado, com uma Coca Cola Zero e um pacote de M &amp; Ms, a responder a e-mails como se estivesse num escritório.</p>



<p>Mas o meu escritório é onde tiver de ser e um parque de diversões serve. Não só serve, como me parece perfeito, porque o pequerrucho está divertido enquanto o papá garante que as luzes não se apagam e o frigorífico está atestado.</p>



<p>E porque, pela primeira vez, não sinto que estou a perder alguma coisa.</p>



<p>Em casa, que também é escritório, há sempre aquela sensação de dívida permanente &#8211; o trabalho que nunca acaba, o computador sempre ligado, e o Nikola a puxar-me a manga: “Papá, vamos brincar?” E eu, nove vezes em dez, “O papá agora não pode, que está a trabalhar…”</p>



<p>Mas no meio do barulho que antes me dava cabo do juízo, acontece o contrário. Estou presente, mesmo enquanto trabalho. Estou ali. Ele vê-me. Eu vejo-o.</p>



<p>E talvez seja isso que mudou.</p>



<p>Não foi o barulho. Não foi o parque. Nem sequer fui eu, propriamente.</p>



<p>Foi a forma como tudo ganhou um novo significado.</p>



<p>Quem diria que o inferno que antes me parecia insuportável se tornaria, sem grande alarido, no ponto alto da semana.</p>
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		<title>Noites Flying Sharks</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:13:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Flying Sharks]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já falei várias vezes deste tema e de como as redes da&#160;Flying Sharks&#160;estão repletas de fotografias de jantaradas com um ar muito feliz, copos erguidos, a celebrar mais uma missão bem cumprida. E é verdade. Nada como um brinde àquele delicioso sentimento de dever cumprido. Verdade seja dita, durante a missão não há tempo &#8211; &#8230;</p>
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<p>Já falei várias vezes deste tema e de como as redes da&nbsp;<a href="https://flyingsharks.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Flying Sharks</a>&nbsp;estão repletas de fotografias de jantaradas com um ar muito feliz, copos erguidos, a celebrar mais uma missão bem cumprida. E é verdade. Nada como um brinde àquele delicioso sentimento de dever cumprido.</p>



<p>Verdade seja dita, durante a missão não há tempo &#8211; nem cabeça &#8211; para fotos.</p>



<p>Mas aqui vão algumas noites que as redes sociais não mostram.</p>



<p>Por exemplo, aterrar em Santiago do Chile depois de 14 horas em classe económica muito – muito &#8211; apertada. Ligar o telefone e confirmar a frustração &#8211; já antecipada &#8211; de ter pedido aos transitários do Chile e Madrid, envolvidos na operação, para comunicarem entre si, e, claro, ninguém comunicou.</p>



<p>Depois, seguir para o hotel sabendo que só faltam 5 horas para o início do dia seguinte. Cinco horas que seriam para dormir antes de começar uma maratona de reuniões com a autoridade sanitária, preparação de embalamento e toda a logística necessária. Na prática, foram 5 horas de emails, mensagens com a equipa de Madrid, 4 horas à frente e já na labuta, e tratar de detalhes que não foram tratados durante o voo e que, inevitavelmente, acabam sempre por cair em cima de quem está ao leme.</p>



<p>Seguiu-se uma segunda noite sem dormir, a embalar os bichos em 54 caixas. E depois uma terceira, já no avião para Madrid, agora com os peixes a bordo. Missão em curso outra vez. Responsabilidade máxima. Zero margem para falhas.</p>



<p>A ajudar à festa, uma conjuntivite tremenda no olho esquerdo, que foi passando lentamente para o direito. Gotas, ardor constante e uma dificuldade absurda a ler emails no telefone ou portátil, com os olhos a arder e a visão turva. Sempre a tentar manter o foco quando o corpo pede descanso e os olhos imploram simplesmente por fechar.</p>



<p>Estes são alguns dos momentos Flying Sharks que não aparecem nas redes. Não há fotografias dessas madrugadas, nem stories das horas passadas a resolver problemas invisíveis. Não há brindes nem sorrisos nessas alturas &#8211; apenas profissionalismo, resiliência e a determinação silenciosa de levar a missão até ao fim.</p>



<p>Porque, no fim, o que aparece nas redes é a celebração. O que não aparece é tudo o que foi preciso aguentar para lá chegar.</p>
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		<title>Conjuntivite e responsabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 12:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há dias fui obrigado a fazer o que raramente faço: ir ao médico. Uma conjuntivite particularmente agressiva no olho esquerdo deixou-me praticamente sem visão desse lado. Surgiu de forma súbita, desconfortável e incapacitante. Vieram as gotas com antibiótico e anti-inflamatório e, durante alguns dias, trabalhar tornou-se penoso. Ler, escrever, fixar o ecrã &#8211; tudo exigiu &#8230;</p>
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<p>Há dias fui obrigado a fazer o que raramente faço: ir ao médico. Uma conjuntivite particularmente agressiva no olho esquerdo deixou-me praticamente sem visão desse lado. Surgiu de forma súbita, desconfortável e incapacitante.</p>



<p>Vieram as gotas com antibiótico e anti-inflamatório e, durante alguns dias, trabalhar tornou-se penoso. Ler, escrever, fixar o ecrã &#8211; tudo exigiu um esforço desproporcionado e, ainda por cima, apanhou uma viagem muito desgastante a Santiago do Chile, para embalar um montão de peixes.</p>



<p>Esta limitação trouxe-me à memória um episódio do segundo ano de universidade, no distante 1991. Na altura, com a autoconfiança típica deste vosso criado, achei boa ideia usar lentes de contacto o dia inteiro logo nos primeiros dias. O médico tinha-me recomendado uma habituação gradual, mas João Correia achou por bem ir dos 0 aos 100 num único dia.</p>



<p>O desfecho foi previsível: olhos muitíssimo inflamados, dor intensa e visão muito turva.</p>



<p>Mas havia um relatório de biologia para entregar.</p>



<p>Recordo-me de estar à noite no sótão alugado, em Gambelas, de óculos escuros em frente ao PC Olivetti, a sentir-me infeliz e com saudades da minha mãe.</p>



<p>Mas, de olhos vermelhos, terminei o maldito relatório e entreguei-o no prazo.</p>



<p>Para minha surpresa, na mesma aula uma colega entrou também de óculos escurose explicou, com leveza, que uma “ganda buba” a impedira de concluir o trabalho. Pediu mais uns dias e a resposta da professora foi tranquila e positiva.</p>



<p>Ouvi aquilo, igualmente de óculos escuros, mas por razões bem diferentes, e senti-me a ferver. “Passei uma noite horrível para cumprir o prazo e esta palerma safa-se porque esteve nos copos??”</p>



<p>Naquele momento fiz uma promessa silenciosa: se algum dia estivesse do outro lado, JAMAIS deixaria o deboche passar impune.</p>



<p>Entretanto, nos meus 20 anos de aulas, já estive muitas vezes nessa posição. Ouvi todas as justificações possíveis, mas nunca quebrei a regra de ouro: os prazos são para cumprir. Ponto.</p>



<p>Porque o esforço invisível merece reconhecimento.</p>



<p>Curioso como uma simples conjuntivite, décadas depois, me devolveu a esse sótão e a uma das primeiras – e mais importantes &#8211; lições práticas sobre responsabilidade.</p>
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		<title>Sabiam que?&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 12:13:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Flying Sharks]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabiam que… A maioria dos peixes e invertebrados que a Flying Sharks envia para clientes europeus viajam com a UPS? A rotina é muito simples: os animais são embalados depois de almoço numa terça-feira, por volta das duas da tarde, e seguem para a sede da UPS em Lisboa, no Prior Velho, onde são entregues &#8230;</p>
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<p>Sabiam que…</p>



<p>A maioria dos peixes e invertebrados que a <a href="https://flyingsharks.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Flying Sharks</a> envia para clientes europeus viajam com a UPS?</p>



<p>A rotina é muito simples: os animais são embalados depois de almoço numa terça-feira, por volta das duas da tarde, e seguem para a sede da UPS em Lisboa, no Prior Velho, onde são entregues pelas cinco, mais coisa menos coisa. O horário limite para entrega é as seis e um quarto.</p>



<p>Mas sabiam que a UPS tem um serviço de recolha e este é gratuito?</p>



<p>Porque diabo, então, é que gastamos o tempo, o gasóleo e portagens a levar as nossas caixas de Peniche a Lisboa todas as semanas?</p>



<p>Pior ainda, quando se trata de uma encomenda volumosa, daquelas que não cabem na nossa carrinha Audi A4 de 2002, que já conta com 850.000 quilómetros debaixo do capot (!), até temos de alugar uma furgoneta, tipicamente aos nossos amigos da Auto Júlio em Peniche.</p>



<p>Porque não aproveitar então o serviço gratuito de recolha da UPS?</p>



<p>Muito simples, porque isso obrigaria a nossa bicharada a (1) ser embalada mais cedo e (2) andar a passear pelo Oeste durante várias horas, quiçá numa carrinha demasiado quente, ou demasiado fria, ou talvez conduzida por um amiguito que gosta de acelerar e travar à bruta, o que não é nada simpático para as criaturas dentro das caixas.</p>



<p>É que isto de ser “sustentável” e “amigo dos animais” não é só uma frase que fica bem nas redes sociais e na assinatura dos emails.</p>



<p>É um compromisso efectivo e real com o bem-estar dos animais à nossa guarda. Afinal de contas, se os retirámos do seu ambiente natural e os transferimos para um ambiente seguríssimo, onde terão espaço, comida e tratamentos veterinários ilimitados, o mínimo que podemos fazer é assegurar que essa transferência é a mais pacata e tranquila que nos for humanamente possível assegurar.</p>



<p>Esta é uma das questões que me colocam frequentemente, principalmente quando vou a escolas: “Então você, gosta tanto de tubarões, mas mete-os em cativeiro…” Pois sim. E será com enorme prazer que irei à vossa escola, ou empresa, explicar porque o fazemos e, mais importante ainda, como.</p>



<p>Abrações!</p>
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		<title>Novíssima área de Clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 11:35:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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		<category><![CDATA[esforço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bom dia, estimad@s amig@s! Finalmente dei uma mexidela no meu website, que conta, agora, com a novíssima área “Clientes” no menu principal. Nela encontrarão: 1. Um lindo mosaico com os meus CLIENTES mais “emblemáticos” até à data e peço desculpa se o vosso logotipo não aparece, mas quis armar-me em esperto e dar destaque “àqueles” &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jpcorreia.pt/novissima-area-de-clientes/">Novíssima área de Clientes</a> aparece primeiro em <a href="https://jpcorreia.pt">João Correia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Bom dia, estimad@s amig@s!<br><br>Finalmente dei uma mexidela no meu website, que conta, agora, com a novíssima área “<a href="https://jpcorreia.pt/consultoria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clientes</a>” no menu principal.</p>



<p>Nela encontrarão:</p>



<p><strong>1. </strong>Um lindo mosaico com os meus <strong>CLIENTES </strong>mais “emblemáticos” até à data e peço desculpa se o vosso logotipo não aparece, mas quis armar-me em esperto e dar destaque “àqueles” mais sonantes, que é como quem diz, os que me deram as maiores dores de barriga quando lhes disse que sim…</p>



<p>De qualquer forma, ao clicarem no link logo abaixo terão a <a href="https://apece.pt/apece_palestras.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lista completa das aproximadamente 300 palestras</a> que levo no curriculum desde o muito distante 1997, e que nem incluem a centena que já dei em conferências estrangeiras. Tudo somado, já não falta muito para chegar ao meio milhar.</p>



<p><strong>2. </strong>A seguir temos uma galeria de <strong>FOTOGRAFIAS </strong>jeitosas que cobrem mais de 30 anos de carreira. A maior parte foram tiradas quando estava em palco, mas não resisti a adicionar umas patetices aqui e ali.</p>



<p><strong>3. </strong>Finalmente, temos uma riquíssima lista de <strong>TESTEMUNHOS </strong>que variados clientes, membros do público, leitores dos livros e afins tiveram a amabilidade de partilhar comigo ao longo dos anos.</p>



<p>Findo este momento vergonhoso de autopromoção, só me resta recordar que este vosso camarada leva com 30 anos de “apagar fogos” no lombo, numa área bastante <em>sui generis</em> e que é o transporte de tubarões, raias e outros peixes por esse mundo fora.</p>



<p>Se acham que estão com um dia stressante, experimentem gerir um transporte de meio milhão para Marrocos, com três despachantes alfandegários em que cada um insiste em só falar na sua língua, sendo que da coordenação dos três depende a sobrevivência dos peixes, ou seja, o sucesso da operação e o “taco” na conta no fim da dita. Ou então negociar um contrato igualmente elevado com tropa da Arábia Saudita, que têm todo o dinheiro do mundo mas não gostam nada de se desfazer dele.</p>



<p>Bem sei que todas as profissões padecem de momentos de ansiedade tremenda, mas acumulei uns belos cabelos brancos ao longo destes últimos 30 anos e adoro partilhar, com quem estiver disposto a ouvir, as soluções fora da caixa que fui encontrando para manter a equipa e clientes motivados.</p>



<p>Abraços!</p>
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		<title>Mais um testemunho brutalíssimo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 13:25:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muito agradeço ao estimado Rui Faísca o testemunho fabuloso que partilhou no LinkedIn, por ocasião da notícia “Uma Aventura das Arábias”. Não escondo que me agrada sentir que os leitores absorvem a tremenda ansiedade que está associada às nossas operações Flying Sharks e não se ficam pelas fotos bem-dispostas, de copázios e comezainas, que partilhamos &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jpcorreia.pt/mais-um-testemunho-brutalissimo-2/">Mais um testemunho brutalíssimo</a> aparece primeiro em <a href="https://jpcorreia.pt">João Correia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito agradeço ao estimado Rui Faísca o testemunho fabuloso que partilhou no LinkedIn, por ocasião da notícia “<a href="https://jpcorreia.pt/uma-aventura-das-arabias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Uma Aventura das Arábias</a>”.</p>



<p>Não escondo que me agrada sentir que os leitores absorvem a tremenda ansiedade que está associada às nossas operações Flying Sharks e não se ficam pelas fotos bem-dispostas, de copázios e comezainas, que partilhamos ocasionalmente.</p>



<p>A triste realidade do nosso negócio é que, quando estamos aflitos e, em bom português “à rasca”, não há tempo para fotos… Estas só saem quando estamos confortavelmente alapados em frente a uma bela almoçarada, a descansar depois de mais uma missão (bem) cumprida.</p>



<p>Não é à toa, por isso, que as nossas redes sociais sejam plenas de “É só boa vida!”, “Eu é que queria um emprego desses!” e outras pérolas similares. Pois é, não haja dúvida…</p>



<p>É pena as nossas fotos alegres não mostrarem a agonia de recebermos um email de um transitário chileno que TRIPLICOU o preço do frete aéreo de caixas que íamos enviar para um cliente, numa atitude autoritária, de quem sabe que tem a faca, o queijo, o pão e a marmelada na mão…</p>



<p>Mas adiante que, dos fracos, não rez’a história!</p>



<p>Resta repetir o agradecimento ao simpático testemunho do Rui e esperar que apreciem a leitura dessas linhas tanto quanto eu apreciei escrevê-las – e Vivê-las!</p>



<p>E não esqueçam que, se gostaram do “Tubarões Voadores”, ainda têm o “Por Mares Bastante Navegados” para ler e, se o inglês não vos assustar, têm a trilogia ilustrada “Sex, Sharks and Rock &amp; Roll” mas, essa, será melhor lerem longe dos olhares infantis, porque há muitas historietas que envolvem grafismo, cof cof, “audaz”…</p>



<p>Ora espreitem tudo na <a href="https://jpcorreia.pt/livros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">área “Livros” de jpcorreia.pt</a>!</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jpcorreia.pt/mais-um-testemunho-brutalissimo-2/">Mais um testemunho brutalíssimo</a> aparece primeiro em <a href="https://jpcorreia.pt">João Correia</a>.</p>
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		<title>A minha Nina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 08:57:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Este post é perigoso porque, se a minha mulher o ler, ficará furiosa. Ao contrário de mim, que sou um desbocado, ela é uma pessoa privada e detesta auto-promoções. Mas há coisas que simplesmente não consigo guardar só para mim. Ainda no espírito do Dia dos Namorados, mesmo que muito atrasado porque passei-o no Mar &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jpcorreia.pt/a-minha-nina/">A minha Nina</a> aparece primeiro em <a href="https://jpcorreia.pt">João Correia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Este post é perigoso porque, se a minha mulher o ler, ficará furiosa. Ao contrário de mim, que sou um desbocado, ela é uma pessoa privada e detesta auto-promoções. Mas há coisas que simplesmente não consigo guardar só para mim.</p>



<p>Ainda no espírito do Dia dos Namorados, mesmo que muito atrasado porque passei-o no Mar Vermelho, aproveito para partilhar que nos conhecemos há uma década na App OkCupid. Foi tudo muito rápido e não tardou até nos apaixonarmos loucamente, casarmo-nos passado um ano e, dois anos depois, chegou o nosso Nikola, que foi ardentemente desejado.</p>



<p>Uma das histórias que mais me encantou quando nos conhecemos foi o facto de, na sua terra natal Zlatibor, no meio da Sérvia, a minha Nina recolhia animais da rua para que não morressem congelados no inverno rigoroso, com 30 graus negativos! Não era um gesto isolado; era um hábito. Também dava banho a cães vadios porque, dizia ela &#8211; com uma lucidez que me ficou gravada -, as pessoas tendem a tratar melhor os animais com bom aspecto e a maltratar ou ignorar os que parecem sujos e abandonados. Achei aquilo de uma delicadeza e inteligência emocional raras.</p>



<p>Mais recentemente &#8211; e este é o ponto em que sei que ela ficaria louca se me apanhasse a partilhá-lo &#8211; aconteceu algo que me deixou, mais uma vez, a admirá-la em silêncio.</p>



<p>Em setembro passado viu um rapaz sentado num banco perto de nossa casa. Pareceu-lhe perturbado. Em vez de passar ao lado, como eu e (quase) todos faríamos, perguntou-lhe o que se passava. Chamava-se David, era brasileiro, tinha perdido o emprego e estava a viver numa tenda, na rua.</p>



<p>A partir daí, sem anúncios, sem dramatizações, sem selfies solidárias, todos os dias, às oito da noite, a Nina levou-lhe o jantar. Durante meses. Demos-lhe algum dinheiro. Ele veio cá a casa algumas vezes para tomar duche, para poder apresentar-se com dignidade em entrevistas de emprego. Nada de grandioso ou performativo. Apenas cuidado consistente.</p>



<p>Entretanto, uns familiares da Suíça ofereceram-se para o ajudar, passando o Natal e Ano Novo lá. O sonho dele era entrar para o exército, mas as incorporações só eram em março, o que significava que continuava num limbo difícil. Depois de muitos meses na rua, esses parentes acabaram por acolhê-lo definitivamente, até março.</p>



<p>Antes de partir, veio a nossa casa despedir-se e agradecer à Nina. No dia 1 de março, entrou para o exército em Abrantes.</p>



<p>Ficámos muito felizes por ele. Tão genuinamente felizes. E ele sabe que pode contar connosco.</p>



<p>E aqui estou eu, a escrever isto com um misto de orgulho e receio. Orgulho na mulher extraordinária que tenho. Receio da fúria que sei que se abaterá sobre mim se ela ler estas linhas.</p>



<p>Mas, às vezes, amar alguém também é querer deixar registado &#8211; nem que seja num canto discreto do mundo &#8211; o quão grande é o coração dessa pessoa. Se algum dia leres isto, Nina… perdoa-me. Eu só queria que ficasse escrito.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jpcorreia.pt/a-minha-nina/">A minha Nina</a> aparece primeiro em <a href="https://jpcorreia.pt">João Correia</a>.</p>
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		<title>O Consórcio da Sustentabilidade e Bondade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Feb 2026 13:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Flying Sharks]]></category>
		<category><![CDATA[dedicação]]></category>
		<category><![CDATA[esforço]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[tenacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi na reunião da EUAC de 2013 que, juntamente com o meu colega Nuno Rodrigues, emborcámos uns belos gin-tónicos com os nossos amigos da Dynasty Marine e Cairns Marine. À partida dir-se-ia que estas empresas são competidoras da Flying Sharks, mas a verdade é que trabalhamos frequentemente em parceria porque, afinal de contas, estamos em &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jpcorreia.pt/o-consorcio-da-sustentabilidade-e-bondade/">O Consórcio da Sustentabilidade e Bondade</a> aparece primeiro em <a href="https://jpcorreia.pt">João Correia</a>.</p>
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<p>Foi na reunião da <a href="https://www.euac.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EUAC</a> de 2013 que, juntamente com o meu colega Nuno Rodrigues, emborcámos uns belos gin-tónicos com os nossos amigos da <a href="https://dynastymarine.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dynasty Marine</a> e <a href="https://www.cairnsmarine.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cairns Marine</a><a href="https://www.cairnsmarine.com/">.</a></p>



<p>À partida dir-se-ia que estas empresas são competidoras da <a href="https://flyingsharks.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Flying Sharks</a>, mas a verdade é que trabalhamos frequentemente em parceria porque, afinal de contas, estamos em zonas geográficas do globo completamente distintas. Nós nos Açores, Peniche e Olhão, enquanto a Dynasty está na Flórida e Cairns na Austrália.</p>



<p>Há anos que partilhamos uma excelente amizade e respeito mútuos, que começaram em 1998, quando lhes encomendei uns belos charters de Boeings 747 atestados de tubarões, raias e muitos outros peixes, para a inauguração do Oceanário. Na altura era cliente destes amigos e, agora, sou parceiro.</p>



<p>Mas a nossa parceria não inclui só copos nas conferências e animada trocas de histórias de guerra. As nossas três empresas orgulham-se de trabalhar de forma ferozmente sustentável, o que significa captura manual de indivíduos – literalmente um a um – sem recurso a qualquer tipo de substância ou técnica que possa causar danos ambientais.</p>



<p>Somos obcecados com a rastreabilidade de todo e qualquer indivíduo que vendemos a um aquário e elevamos o conceito de “responsabilidade” a uma fasquia que, honestamente, não tem par no nosso ramo.</p>



<p>Por todos estes motivos – e talvez com um gin-toménicozito a mais no bucho – autodenominámo-nos o Consórcio da Sustentabilidade e Bondade!</p>



<p>A primeira coisa que fiz, no dia seguinte, foi pedir à minha grande amiga <a href="https://leonorsousa.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Leonor Sousa</a> um logotipo que tivesse um panda a mergulhar com uma rede na mão e de calções laranja! A Leonor adorou o conceito e devolveu esta gloriosa bandeira, que usámos orgulhosamente na nossa mais recente aventura saudita.</p>



<p>O único “senão” nesta temática toda é que as capturas individualizadas são caras. Muito caras.</p>



<p>Não é à toa que os três parceiros deste Consórcio são considerados os mais caros do mundo. Mas, convenhamos, quando se quer *qualidade*, tem de se estar disposto a pagar por ela.</p>



<p>Se quiserem peixes baratuchos e apanhados à doida, posso dar-vos alguns nomes de tropa que não tem as nossas preocupações, porque não vale a pena falarem connosco.</p>



<p></p>



<p>PS &#8211; nas fotos abaixo (linha de topo) estamos na macacada com os amigos Lyle Squire e Ben Daughtry da Cairns e Dynasty, respectivamente, durante a última conferência EUAC, em Istambul. Na foto de baixo estou com os meus amigos e colegas Rui Guedes (esquerda) e Nuno Rodrigues (centro), a confraternizar com o nosso &#8220;Oh Captain, my Captain&#8221; da embarcação Rahima-3, em pleno Mar Vermelho.</p>



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		<title>Uma Aventura das Arábias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Feb 2026 07:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Flying Sharks]]></category>
		<category><![CDATA[dedicação]]></category>
		<category><![CDATA[esforço]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[tenacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terminámos agora a nossa terceira operação na Arábia Saudita e, correndo o risco de soar como um disco riscado, a minha primeira palavra principal de apreço vai para a tremenda tenacidade, dedicação e capacidade de trabalho da minha excelente equipa&#160;Flying Sharks. Esta operação, recordemos, envolve a captura de largos milhares de exemplares para um aquário &#8230;</p>
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<p>Terminámos agora a nossa terceira operação na Arábia Saudita e, correndo o risco de soar como um disco riscado, a minha primeira palavra principal de apreço vai para a tremenda tenacidade, dedicação e capacidade de trabalho da minha excelente equipa&nbsp;<a href="https://flyingsharks.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Flying Sharks</a>.</p>



<p>Esta operação, recordemos, envolve a captura de largos milhares de exemplares para um aquário local, totalmente dedicado à investigação, reprodução e repovoamento de coral no Mar Vermelho, e surgiu na sequência de uma viagem exploratória que fizemos há precisamente um ano, durante a qual foram tiradas mais de 5.000 fotografias e identificadas centenas de espécies.</p>



<p>Uma vez negociado um contrato generoso, para ambas as partes, demos início aos trabalhos em outubro, novamente em janeiro e, agora, fevereiro. Mais uma vez, os dias foram incrivelmente cheios. Tivemos metade das operações a começarem às 5 da manhã e estenderem-se até às 8 da noite. E a outra metade das operações começaram ao meio-dia e estenderam-se até às 2 da manhã.</p>



<p>Enfrentámos calor, um cliente nem sempre fácil e nem sempre cooperante, mas com bom senso de todas as partes, e muito muito muito #foco, #dedicação, #esforço e #tenacidade, atingimos, aliás, ultrapassámos o nosso objetivo para esta viagem.</p>



<p>Ainda faltam pelo menos mais duas, mas estou plenamente seguro de que as próximas vão ser um sucesso ainda maior, embora o nosso trabalho se vá tornando cada vez mais difícil porque, à medida que apanhamos as espécies mais “fáceis”, vão ficando para o fim as mais difíceis, nomeadamente os tubarões, as raias e os grandes cardumes.</p>



<p>Contudo, andamos a estudar com afinco como é que vamos atacar esse problema nas expedições futuras porque, como bem sabemos, todos os problemas têm uma solução e cruzar os braços não resolve nada.</p>



<p>Esta tem sido a filosofia da Flying Sharks, que celebra duas décadas de existência este ano, e que melhor forma de celebrar esse aniversário do que enfrentando o seu maior desafio até à data??</p>



<p>Entretanto, quando quiserem que vá energizar a vossa equipa com esta e outras histórias de superação sobre adversidade, já sabem onde me encontrar.</p>



<p>Abrações!</p>
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		<title>Mais um testemunho fabuloso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 11:22:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[dedicação]]></category>
		<category><![CDATA[esforço]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[tenacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito agradeço à Professora Iva Carvalho Silva o espectacular testemunho no fim da minha palestra aos alunos da Escola Secundária Luís de Freitas Branco, em Paço d&#8217;Arcos, no dia 24-11-2025. Já referi muitas vezes que as palestras em empresas, e grandes grupos empresariais, são um desafio especial e que requerem preparação cuidada e dedicada. Contudo, &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jpcorreia.pt/mais-um-testemunho-fabuloso/">Mais um testemunho fabuloso</a> aparece primeiro em <a href="https://jpcorreia.pt">João Correia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito agradeço à Professora Iva Carvalho Silva o espectacular testemunho no fim da minha <a href="https://jpcorreia.pt/escola-secundaria-luis-de-freitas-branco/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">palestra aos alunos da Escola Secundária Luís de Freitas Branco, em Paço d&#8217;Arcos, no dia 24-11-2025</a>.</p>



<p>Já referi muitas vezes que as palestras em empresas, e grandes grupos empresariais, são um desafio especial e que requerem preparação cuidada e dedicada.</p>



<p>Contudo, não há nada como falar para jovens que estão a ponderar as suas opções no final do ensino Secundário. &#8220;Deverei ir para a Universidade? Quão fácil &#8211; ou difícil &#8211; será atingir o meu sonho? É, sequer, realista? Terei de deixar a minha família e amigos, ou conseguirei fazê-lo no meu país?&#8221; Estas são algumas das questões que me atormentaram o espírito nos distantes 1987-89, antes de cerrar os dentes e meter os papéis para ingressar na licenciatura em Biologia Marinha e Pescas, na Universidade.</p>



<p>Mas sabia eu que esse seria o primeiro passo de uma carreira, focada em Tubarões, que me levaria às Bahamas, ao Jardim Zoológico de Lisboa, Instituto Português de Investigação Marítima, Oceanário de Lisboa, Escola Superior de Tecnologia do Mar e, finalmente, o arranque da Flying Sharks em 2006.</p>



<p>Parece que foi ontem e, entretanto, estamos quase a celebrar 20 anos de existência, enquanto que a entrada na Universidade celebrou 30 no passado dia 15 de outubro de 2025.</p>



<p>Dizem os anglófonos &#8220;<em>Time flies when you&#8217;re having fun</em>&#8220;, o que bate certo com um outro adágio popular &#8220;Escolhe uma profissão que amas e nunca terás de trabalhar um dia na vida.&#8221;</p>



<p>A lógica é mais ou menos robusta, mas não entra em conta com as grandes dores de cabeça que se enfrentam diariamente, mas deixemos essas para as palestras, em que discuto o eterno binómio &#8220;problema &#8211; solução&#8221; e as soluções frequentemente &#8220;fora da caixa&#8221; que têm de ser adoptadas, porque, como também  me disse o antigo administrador do Oceanário, Dr. Vítor Tavares de Castro: &#8220;João Correia, por trás de um grande problema, vem sempre uma grande oportunidade.&#8221;</p>



<p>Quando quiserem que vá aí para falarmos sobre estas &#8211; e outras &#8211; coisas interessantes, já sabem a que porta bater.</p>



<p>Entretanto podem espreitar mais testemunhos, e uma galeria de fotos catita, na <a href="https://jpcorreia.pt/palestras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">área “Palestras” do meu website</a>.</p>
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