O poder da simpatia

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Ontem foi dia de saborear uma bela pizza pepperonni com uma Cola Zero bem geladinha, enquanto (re)via “A Liga da Justiça” com a Nina.

O Nikola foi almoçar com os avós e planeámos essas horitas meticulosamente, incluindo até algum tempo de namoro, mas isso já são demasiados detalhes.

Este post foca-se na lata de Cola Zero porque, quando pagava o meu menu promocional de pizza média mais refrigerante, o senhor da caixa reparou que eu tinha escrito “Joao Correia” no sistema de encomenda, para poder acompanhar o meu pedido.

(Sim, eu sou um dos chatinhos que usa o apelido e maiúsculas até quando encomendo uma pizza.)

O rapaz vira-se para mim e diz “Espere lá, o senhor chama-se “João”, não é? Então espere lá um bocadinho…” e pegou na lata que já estava em cima do balcão, colocou-a no frigorífico ali ao lado e, depois de uns segundos, colocou esta em cima do balcão.

“Assim é que está certo!” disse ele, triunfante.

Eu ri-me e respondi “Ist’é qu’é serviço!”

Agradeci e regressei a casa, literalmente ao virar da esquina, onde contei a história à Nina, já enquanto nos alapávamos no sofá, com a manteiga e tudo, para a crosta da pizza.

(Sim, este vosso amigo leva o momento “filme-pizza-Cola” muito à séria!)

A Nina achou graça ao facto de eu valorizar tanto estes pequenos detalhes e eu comentei, armado em filósofo: “Imagina que toda a gente era assim, a toda a hora…”

Os gestos de simpatia simples, parecem simples… mas, todos somados, imaginem só o que seria deste mundo?…

Eu cá gosto de pensar que sou, genericamente, como o rapaz da Cola “João”. Bem sei que falho, às vezes, mas raios me partam se não passo a vida a tentar ser simpático.

Não custa nada espalhar um bocadinho de alegria à nossa volta.

E, não querendo soar mercenário, é uma estratégia que me tem servido bem, incluindo nos negócios, porque tento aplicá-la nos meus (muitos) emails, que levam sempre um pequeno toque de humor e boa disposição.

Fica assim concluída a ‘prelecção’ do dia e seria maravilhoso se ela aí ficasse na cabeça e tentassem fazer algo simpático por alguém próximo (ou não) de vós.

Que dizem?

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