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	<title>João Correia</title>
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	<description>Livros e Palestras do João Correia&#039;s Books &#38; Lectures</description>
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	<title>João Correia</title>
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		<title>30 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:50:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 15 de maio seria o trigésimo aniversário do meu casamento com a Leonor, não fosse a vida levar-nos por caminhos divergentes há mais ou menos 20 anos. Contudo, apesar de termos construído famílias novas, perdura uma amizade especial e que merece ser assinalada nesta data tão significativa. Conhecemo-nos na Universidade do Algarve no &#8230;</p>
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<p>No dia 15 de maio seria o trigésimo aniversário do meu casamento com a Leonor, não fosse a vida levar-nos por caminhos divergentes há mais ou menos 20 anos. Contudo, apesar de termos construído famílias novas, perdura uma amizade especial e que merece ser assinalada nesta data tão significativa.</p>



<p>Conhecemo-nos na Universidade do Algarve no dia 22-10-1990, ambos caloiros em Biologia Marinha e Pescas, com o mundo inteiro pela frente. No meu caso, foi amor à primeira vista, mas levei um ano e meio a convencer a malvada de que eu era a escolha certa. Ao rever as minhas fotos de então entendo, finalmente, a sua hesitação inicial.</p>



<p>Seguiram-se anos de felicidade simples, em que uma ida à Pizza Hut no velho Golf de 1987 constituía um momento de sublime prazer. Contudo, a chegada dos trintas envolveu-me numa crise de adolescência tardia, misturada com uma crise de meia-idade adiantada. Foi um período parvo, em que a facturação absurda do negócio Alalunga me permitiu meter um Porsche descapotável na garagem e só faltou começar a meter brilhantina no cabelo.</p>



<p>Juntemos a essa fórmula o patrocínio das festas fetiche mais emblemáticas do país, e muitas meninas facilmente impressionáveis com a expectativa do que estava debaixo do capot, e não tardou muito a explorarmos as oportunidades que o mundo do poliamor encerrava, achando que éramos o casalinho mais cool e moderno do mundo.</p>



<p>Enganámo-nos redondamente e o fosso que nos separava foi ficando cada vez mais fundo.</p>



<p>Mas a vida continuou, com uns tropeções aqui e ali, e fico genuinamente feliz por ir acompanhando o novo caminho que encontrou, novo amor e nova felicidade. Tal como eu encontrei a Nina, que deu à luz ao nosso Nikola, com quem partilho uma vida que, não fossem as dores de barriga causadas com a gestão dum negócio próprio, seria quase perfeita.</p>



<p>O tempo pode ter apagado algumas memórias, mas não as palavras que a Leonor escreveu no verso do azulejo que me ofereceu noutra vida, e que guardo com muito carinho.</p>



<p>Também eu lhe desejo muito sucesso, pleno de felicidade, e agradeço à Nina pela vida extraordinária que partilhamos, com a esperança de que possamos continuar assim até ao fim, vendo o Nikola crescer, apesar de todas as incertezas do mundo alucinado em que vivemos.</p>



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		<title>Casa do Campino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 10:20:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A palestra ‘Tubarões, Melgas e Rock &#38; Roll’ na Feira Inter-Educa na Casa do Campino de Santarém, no dia 15 de abril, foi intensamente especial por tantos motivos que é difícil elencá-los, mas vamos tentar. Em primeiro lugar porque este vosso criado nasceu no hospital de Santarém no dia 9 de junho do distante 1972, &#8230;</p>
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<p>A palestra ‘Tubarões, Melgas e Rock &amp; Roll’ na Feira Inter-Educa na Casa do Campino de Santarém, no dia 15 de abril, foi intensamente especial por tantos motivos que é difícil elencá-los, mas vamos tentar.</p>



<p>Em primeiro lugar porque este vosso criado nasceu no hospital de Santarém no dia 9 de junho do distante 1972, pelo que regressar à origem teve um sabor particularmente especial.</p>



<p>Em segundo, porque os meus aniversários incluíram quase todos dois momentos tão obrigatórios quanto inesquecíveis: a ida à Feira do Livro de Lisboa e o jantar na Feira de Agricultura de Santarém, onde passava horas a fazer festinhas aos cavalos, bois e vacas exibidos no certame.</p>



<p>Este evento foi igualmente maravilhoso porque fui a convite do António Marto, antigo aluno da <a href="https://www.ipleiria.pt/estm/">ESTM</a>, onde leciono Biologia Marinha há 21 anos, e uma verdadeira fera no panorama do Turismo e organização de eventos em Portugal. Mais do que isso, o António tem um coração do tamanho do mundo e uma personalidade radiante, que cativa todos à sua volta. Esta foi a segunda vez que tive o privilégio de estar num dos seus eventos (o primeiro foi em Fátima, há quatro anos) e admito que estou ansioso pelo próximo.</p>



<p>Por falar em “privilégio”, muito agradeço ao grande Pedro Miranda, fundador da <a href="https://safegene.pt/">Safegene</a>, que fez a abertura do evento com o tradicional estilo irreverente e bem-disposto que tão bem o caracterizam. No final, pois claro que saboreámos uma bela jantarada, desta vez com uma dose invulgarmente sensata de beberagem, que os 53 (quase 54) vão pedindo alguma contenção na componente líquida das festividades.</p>



<p>Em suma, todas as minhas (quase-quase) <a href="https://apece.pt/apece_palestras.htm">300 palestras</a> são especiais, mas há umas que deixam um sorriso na alma maior do que outras. Esta está definitivamente no topo da lista por todos os motivos anteriores, mas acima de tudo porque foi mais uma oportunidade de cativar rapaziada jovem, incentivando-a a não perder o Foco, a serem Dedicados, Esforçados e Tenazes na busca ‘daquela’ carreira com que sonham.</p>



<p>O caminho está longe de ser fácil, mas gosto de pensar que partilho um montão de dicas que lhes vão ser úteis. A julgar pelas palavras simpáticas que me enviam, às vezes anos depois, creio que estamos no rumo certo.</p>



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<p></p>
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		<title>You&#8217;re gonna need a bigger table</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 16:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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		<category><![CDATA[tenacidade]]></category>
		<category><![CDATA[tubarões voadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando olhei para esta mesa repleta de livros, momentos antes de entrar em palco para mais uma palestra motivacional, admito que me ocorreu a mítica frase do ‘Chief Brody’ do Jaws: “You’re gonna need a bigger boat”. Neste caso, dir-se-ia que os meus cinco títulos publicados estão a precisar de uma mesa maior, até porque &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando olhei para esta mesa repleta de livros, momentos antes de entrar em palco para <a href="https://apece.pt/apece_palestras.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mais uma palestra motivacional</a>, admito que me ocorreu a mítica frase do ‘Chief Brody’ do Jaws: “<em>You’re gonna need a bigger boat</em>”.</p>



<p>Neste caso, dir-se-ia que os meus cinco títulos publicados estão a precisar de uma mesa maior, até porque <a href="https://jpcorreia.pt/vem-ai-o-tubaroes-voadores-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vem aí, finalmente… o ‘Tubarões Voadores 2’</a>!</p>



<p>Depois de uma luta titânica com o meio editorial, eis que a sequela de ‘O livro mais inspirador do ano’ (palavras da Editora Bertrand em 2019, quando lançou o ‘Tubarões Voadores’ original) vem a caminho, pela mão dos amigos da Books Factory.</p>



<p>Vão já arranjando um espacinho na mesa de cabeceira e prometo que este não ficará lá muito tempo, porque as aventuras deste vosso amigo chamam pela página seguinte com mais sofreguidão do que o eleitorado americano por um novo líder.</p>



<p>Entretanto, se quiserem familiarizar-se com a obra original que lhe deu origem, podem consultar um belo resumo da mesma na área ‘Livros’ do website <a href="https://jpcorreia.pt/livros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://jpcorreia.pt/livros/</a>.</p>



<p>Nela encontrarão também os resumos dos três volumes *ilustrados* ‘Sex, Sharks and Rock &amp; Roll’. São mais de 1500 páginas que cobrem aventuras variadas durante o estágio com tubarões nas Bahamas, injecções em tubarões no Zoo de Lisboa, charters de Boeings 747 para o Oceanário, venda de lingerie sedutora e brinquedos eróticos da Alalunga, voar no cockpit dum MD11 através de uma aurora boreal, patrocínio das festas fetiche mais emblemáticas no panorama nacional, o nascimento da Flying Sharks, o maior transporte de peixes vivos no planeta (recorde ainda não batido), o tratamento de vacas a bordo de um navio de carga, um ano de poliamor desbravado e as aventuras proporcionadas por uma app de ‘online dating’ com alcance planetário.</p>



<p>Estes são só alguns dos episódios narrados numa trilogia que tem dado a volta ao mundo, sendo Fiji o local mais longínquo para onde enviei exemplares, com a ajuda dos amigos dos CTT.</p>



<p>Se preferirem uma leitura mais suave, também poderão apreciar o resumo de ‘Por Mares Bastante Navegados’, publicado no final de 2025 por ocasião dos 40 anos da FLAD.</p>



<p>Enfim, há leitura para todos os tipos de apreciadores!</p>



<p>É só <a href="https://jpcorreia.pt/livros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicar</a> e mandar mensagem!</p>
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		<title>Vem aí o Tubarões Voadores 2!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 15:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[dedicação]]></category>
		<category><![CDATA[esforço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os americanos usam muito a expressão “I have good news and bad news” e esta aplica-se perfeitamente a este post. A boa notícia é que, depois de 5 anos de busca incessante, fechei finalmente um contrato para edição da sequela do &#8216;Tubarões Voadores&#8217;, que terá o nome incrivelmente original de… ‘Tubarões Voadores 2’. A má &#8230;</p>
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<p>Os americanos usam muito a expressão “<em>I have good news and bad news</em>” e esta aplica-se perfeitamente a este post.</p>



<p>A boa notícia é que, depois de 5 anos de busca incessante, fechei finalmente um contrato para edição da sequela do &#8216;Tubarões Voadores&#8217;, que terá o nome incrivelmente original de… ‘Tubarões Voadores 2’.</p>



<p>A má notícia é que, depois de dezenas de “nãos” do meio editorial tradicional, tive de me render à auto-publicação.</p>



<p>Não escondo a pontinha de humilhação que sinto em ter de recorrer a uma transferência bancária para meter as minhas memórias nas mãos dos leitores.</p>



<p>Em minha defesa, os amigos da Bertrand (editora do ‘Tubarões Voadores’) explicaram-me que a minha escrita é divertida e bastante cativante, mas… (há sempre um fdp dum “mas”…) o estilo que eu escolhi, é provavelmente o <em>pior</em> que podia ter escolhido porque só funciona com personagens famosas.</p>



<p>Ou seja, se um artista da rádio-tv-disco, com milhares de seguidores, publicar as suas memórias, pois claro que irá vender milhares de exemplares.</p>



<p>Contudo, quando um biólogo marinho do Cartaxo, que decidiu especializar-se em tubarões, se põe a contar histórias, estas só cativam a família e amigos, não interessando a mais ninguém a lingerie sedutora que o dito vendeu para comprar os seus Porsches e a vida poliamorosa que abraçou a dado momento.</p>



<p>Isto é uma forma simpática de dizer “O João tem um percurso fascinante e repleto de histórias únicas, mas nunca ninguém ouviu falar em si, por isso não as vamos publicar.”</p>



<p><em>Ouch.</em></p>



<p>Quem segue estas Newsletters já sabe que não me rendo, por isso passei os últimos 5 anos em busca de nova editora, praticando a bela arte do ‘melguismo’ que me farto de apregoar nas minhas palestras motivacionais e nas linhas que vou partilhando por aqui.</p>



<p>Depois de 5 anos de “Não, obrigado” seguidos da explicação partilhada acima, surgiu um ‘clique’ simpático com a Books Factory, com quem fechei negócio há uns dias e já fiz a dita transferência, para não poder voltar atrás!</p>



<p>Assim sendo, preparem-se para literatura de verão repleta de aventuras, que vêm aí muitas páginas de loucura, que incluem transportes alucinantes, o nascimento de um ser humano completamento novo e mais uma mão-cheia de novidades!</p>



<p>Preparados??</p>
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		<title>O Inferno que passou a Céu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 22:02:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se me tivessem perguntado há uns anos o que achava da ideia de estar num parque de diversões &#8211; com música estridente a ecoar nos altifalantes e um coro caótico de crianças aos gritos &#8211; eu teria dito, sem hesitar: “vocês ‘tão mas é malucos!” Não havia dinheiro no mundo que me convencesse a trocar &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jpcorreia.pt/o-inferno-que-passou-a-ceu/">O Inferno que passou a Céu</a> aparece primeiro em <a href="https://jpcorreia.pt">João Correia</a>.</p>
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<p>Se me tivessem perguntado há uns anos o que achava da ideia de estar num parque de diversões &#8211; com música estridente a ecoar nos altifalantes e um coro caótico de crianças aos gritos &#8211; eu teria dito, sem hesitar: “vocês ‘tão mas é malucos!” Não havia dinheiro no mundo que me convencesse a trocar a tranquilidade da minha mesa da sala, com o portátil, por um cenário que, na altura, chamaria de infernal.</p>



<p>Hoje, curiosamente, é exactamente aí que me sinto bem.</p>



<p>Talvez seja por vivermos numa era em que a internet é praticamente ilimitada e temos acesso à dita através de uma maquineta que nos acompanha continuamente e que, antigamente, usávamos só para nos telefonarmos uns aos outros. Hoje em dia admito que já nem me dou ao trabalho de pedir passwords de wifi e prefiro a segurança, e rapidez, do meu hotspot privado.</p>



<p>Curiosamente, no meio do caos, da música, gritos e loucura, encontro uma estranha serenidade.</p>



<p>Vejo o Nikola a correr com os amigos e a rir-se sem filtros, a atirar bolas de borracha como se acertar no adversário fosse a coisa mais importante do universo. E eu ali, sentado, com uma Coca Cola Zero e um pacote de M &amp; Ms, a responder a e-mails como se estivesse num escritório.</p>



<p>Mas o meu escritório é onde tiver de ser e um parque de diversões serve. Não só serve, como me parece perfeito, porque o pequerrucho está divertido enquanto o papá garante que as luzes não se apagam e o frigorífico está atestado.</p>



<p>E porque, pela primeira vez, não sinto que estou a perder alguma coisa.</p>



<p>Em casa, que também é escritório, há sempre aquela sensação de dívida permanente &#8211; o trabalho que nunca acaba, o computador sempre ligado, e o Nikola a puxar-me a manga: “Papá, vamos brincar?” E eu, nove vezes em dez, “O papá agora não pode, que está a trabalhar…”</p>



<p>Mas no meio do barulho que antes me dava cabo do juízo, acontece o contrário. Estou presente, mesmo enquanto trabalho. Estou ali. Ele vê-me. Eu vejo-o.</p>



<p>E talvez seja isso que mudou.</p>



<p>Não foi o barulho. Não foi o parque. Nem sequer fui eu, propriamente.</p>



<p>Foi a forma como tudo ganhou um novo significado.</p>



<p>Quem diria que o inferno que antes me parecia insuportável se tornaria, sem grande alarido, no ponto alto da semana.</p>
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		<title>Noites Flying Sharks</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:13:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Flying Sharks]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já falei várias vezes deste tema e de como as redes da&#160;Flying Sharks&#160;estão repletas de fotografias de jantaradas com um ar muito feliz, copos erguidos, a celebrar mais uma missão bem cumprida. E é verdade. Nada como um brinde àquele delicioso sentimento de dever cumprido. Verdade seja dita, durante a missão não há tempo &#8211; &#8230;</p>
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<p>Já falei várias vezes deste tema e de como as redes da&nbsp;<a href="https://flyingsharks.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Flying Sharks</a>&nbsp;estão repletas de fotografias de jantaradas com um ar muito feliz, copos erguidos, a celebrar mais uma missão bem cumprida. E é verdade. Nada como um brinde àquele delicioso sentimento de dever cumprido.</p>



<p>Verdade seja dita, durante a missão não há tempo &#8211; nem cabeça &#8211; para fotos.</p>



<p>Mas aqui vão algumas noites que as redes sociais não mostram.</p>



<p>Por exemplo, aterrar em Santiago do Chile depois de 14 horas em classe económica muito – muito &#8211; apertada. Ligar o telefone e confirmar a frustração &#8211; já antecipada &#8211; de ter pedido aos transitários do Chile e Madrid, envolvidos na operação, para comunicarem entre si, e, claro, ninguém comunicou.</p>



<p>Depois, seguir para o hotel sabendo que só faltam 5 horas para o início do dia seguinte. Cinco horas que seriam para dormir antes de começar uma maratona de reuniões com a autoridade sanitária, preparação de embalamento e toda a logística necessária. Na prática, foram 5 horas de emails, mensagens com a equipa de Madrid, 4 horas à frente e já na labuta, e tratar de detalhes que não foram tratados durante o voo e que, inevitavelmente, acabam sempre por cair em cima de quem está ao leme.</p>



<p>Seguiu-se uma segunda noite sem dormir, a embalar os bichos em 54 caixas. E depois uma terceira, já no avião para Madrid, agora com os peixes a bordo. Missão em curso outra vez. Responsabilidade máxima. Zero margem para falhas.</p>



<p>A ajudar à festa, uma conjuntivite tremenda no olho esquerdo, que foi passando lentamente para o direito. Gotas, ardor constante e uma dificuldade absurda a ler emails no telefone ou portátil, com os olhos a arder e a visão turva. Sempre a tentar manter o foco quando o corpo pede descanso e os olhos imploram simplesmente por fechar.</p>



<p>Estes são alguns dos momentos Flying Sharks que não aparecem nas redes. Não há fotografias dessas madrugadas, nem stories das horas passadas a resolver problemas invisíveis. Não há brindes nem sorrisos nessas alturas &#8211; apenas profissionalismo, resiliência e a determinação silenciosa de levar a missão até ao fim.</p>



<p>Porque, no fim, o que aparece nas redes é a celebração. O que não aparece é tudo o que foi preciso aguentar para lá chegar.</p>
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		<title>Conjuntivite e responsabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 12:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há dias fui obrigado a fazer o que raramente faço: ir ao médico. Uma conjuntivite particularmente agressiva no olho esquerdo deixou-me praticamente sem visão desse lado. Surgiu de forma súbita, desconfortável e incapacitante. Vieram as gotas com antibiótico e anti-inflamatório e, durante alguns dias, trabalhar tornou-se penoso. Ler, escrever, fixar o ecrã &#8211; tudo exigiu &#8230;</p>
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<p>Há dias fui obrigado a fazer o que raramente faço: ir ao médico. Uma conjuntivite particularmente agressiva no olho esquerdo deixou-me praticamente sem visão desse lado. Surgiu de forma súbita, desconfortável e incapacitante.</p>



<p>Vieram as gotas com antibiótico e anti-inflamatório e, durante alguns dias, trabalhar tornou-se penoso. Ler, escrever, fixar o ecrã &#8211; tudo exigiu um esforço desproporcionado e, ainda por cima, apanhou uma viagem muito desgastante a Santiago do Chile, para embalar um montão de peixes.</p>



<p>Esta limitação trouxe-me à memória um episódio do segundo ano de universidade, no distante 1991. Na altura, com a autoconfiança típica deste vosso criado, achei boa ideia usar lentes de contacto o dia inteiro logo nos primeiros dias. O médico tinha-me recomendado uma habituação gradual, mas João Correia achou por bem ir dos 0 aos 100 num único dia.</p>



<p>O desfecho foi previsível: olhos muitíssimo inflamados, dor intensa e visão muito turva.</p>



<p>Mas havia um relatório de biologia para entregar.</p>



<p>Recordo-me de estar à noite no sótão alugado, em Gambelas, de óculos escuros em frente ao PC Olivetti, a sentir-me infeliz e com saudades da minha mãe.</p>



<p>Mas, de olhos vermelhos, terminei o maldito relatório e entreguei-o no prazo.</p>



<p>Para minha surpresa, na mesma aula uma colega entrou também de óculos escurose explicou, com leveza, que uma “ganda buba” a impedira de concluir o trabalho. Pediu mais uns dias e a resposta da professora foi tranquila e positiva.</p>



<p>Ouvi aquilo, igualmente de óculos escuros, mas por razões bem diferentes, e senti-me a ferver. “Passei uma noite horrível para cumprir o prazo e esta palerma safa-se porque esteve nos copos??”</p>



<p>Naquele momento fiz uma promessa silenciosa: se algum dia estivesse do outro lado, JAMAIS deixaria o deboche passar impune.</p>



<p>Entretanto, nos meus 20 anos de aulas, já estive muitas vezes nessa posição. Ouvi todas as justificações possíveis, mas nunca quebrei a regra de ouro: os prazos são para cumprir. Ponto.</p>



<p>Porque o esforço invisível merece reconhecimento.</p>



<p>Curioso como uma simples conjuntivite, décadas depois, me devolveu a esse sótão e a uma das primeiras – e mais importantes &#8211; lições práticas sobre responsabilidade.</p>
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		<title>Sabiam que?&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 12:13:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Flying Sharks]]></category>
		<category><![CDATA[dedicação]]></category>
		<category><![CDATA[esforço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabiam que… A maioria dos peixes e invertebrados que a Flying Sharks envia para clientes europeus viajam com a UPS? A rotina é muito simples: os animais são embalados depois de almoço numa terça-feira, por volta das duas da tarde, e seguem para a sede da UPS em Lisboa, no Prior Velho, onde são entregues &#8230;</p>
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<p>Sabiam que…</p>



<p>A maioria dos peixes e invertebrados que a <a href="https://flyingsharks.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Flying Sharks</a> envia para clientes europeus viajam com a UPS?</p>



<p>A rotina é muito simples: os animais são embalados depois de almoço numa terça-feira, por volta das duas da tarde, e seguem para a sede da UPS em Lisboa, no Prior Velho, onde são entregues pelas cinco, mais coisa menos coisa. O horário limite para entrega é as seis e um quarto.</p>



<p>Mas sabiam que a UPS tem um serviço de recolha e este é gratuito?</p>



<p>Porque diabo, então, é que gastamos o tempo, o gasóleo e portagens a levar as nossas caixas de Peniche a Lisboa todas as semanas?</p>



<p>Pior ainda, quando se trata de uma encomenda volumosa, daquelas que não cabem na nossa carrinha Audi A4 de 2002, que já conta com 850.000 quilómetros debaixo do capot (!), até temos de alugar uma furgoneta, tipicamente aos nossos amigos da Auto Júlio em Peniche.</p>



<p>Porque não aproveitar então o serviço gratuito de recolha da UPS?</p>



<p>Muito simples, porque isso obrigaria a nossa bicharada a (1) ser embalada mais cedo e (2) andar a passear pelo Oeste durante várias horas, quiçá numa carrinha demasiado quente, ou demasiado fria, ou talvez conduzida por um amiguito que gosta de acelerar e travar à bruta, o que não é nada simpático para as criaturas dentro das caixas.</p>



<p>É que isto de ser “sustentável” e “amigo dos animais” não é só uma frase que fica bem nas redes sociais e na assinatura dos emails.</p>



<p>É um compromisso efectivo e real com o bem-estar dos animais à nossa guarda. Afinal de contas, se os retirámos do seu ambiente natural e os transferimos para um ambiente seguríssimo, onde terão espaço, comida e tratamentos veterinários ilimitados, o mínimo que podemos fazer é assegurar que essa transferência é a mais pacata e tranquila que nos for humanamente possível assegurar.</p>



<p>Esta é uma das questões que me colocam frequentemente, principalmente quando vou a escolas: “Então você, gosta tanto de tubarões, mas mete-os em cativeiro…” Pois sim. E será com enorme prazer que irei à vossa escola, ou empresa, explicar porque o fazemos e, mais importante ainda, como.</p>



<p>Abrações!</p>
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		<title>Novíssima área de Clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 11:35:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bom dia, estimad@s amig@s! Finalmente dei uma mexidela no meu website, que conta, agora, com a novíssima área “Clientes” no menu principal. Nela encontrarão: 1. Um lindo mosaico com os meus CLIENTES mais “emblemáticos” até à data e peço desculpa se o vosso logotipo não aparece, mas quis armar-me em esperto e dar destaque “àqueles” &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jpcorreia.pt/novissima-area-de-clientes/">Novíssima área de Clientes</a> aparece primeiro em <a href="https://jpcorreia.pt">João Correia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Bom dia, estimad@s amig@s!<br><br>Finalmente dei uma mexidela no meu website, que conta, agora, com a novíssima área “<a href="https://jpcorreia.pt/consultoria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clientes</a>” no menu principal.</p>



<p>Nela encontrarão:</p>



<p><strong>1. </strong>Um lindo mosaico com os meus <strong>CLIENTES </strong>mais “emblemáticos” até à data e peço desculpa se o vosso logotipo não aparece, mas quis armar-me em esperto e dar destaque “àqueles” mais sonantes, que é como quem diz, os que me deram as maiores dores de barriga quando lhes disse que sim…</p>



<p>De qualquer forma, ao clicarem no link logo abaixo terão a <a href="https://apece.pt/apece_palestras.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lista completa das aproximadamente 300 palestras</a> que levo no curriculum desde o muito distante 1997, e que nem incluem a centena que já dei em conferências estrangeiras. Tudo somado, já não falta muito para chegar ao meio milhar.</p>



<p><strong>2. </strong>A seguir temos uma galeria de <strong>FOTOGRAFIAS </strong>jeitosas que cobrem mais de 30 anos de carreira. A maior parte foram tiradas quando estava em palco, mas não resisti a adicionar umas patetices aqui e ali.</p>



<p><strong>3. </strong>Finalmente, temos uma riquíssima lista de <strong>TESTEMUNHOS </strong>que variados clientes, membros do público, leitores dos livros e afins tiveram a amabilidade de partilhar comigo ao longo dos anos.</p>



<p>Findo este momento vergonhoso de autopromoção, só me resta recordar que este vosso camarada leva com 30 anos de “apagar fogos” no lombo, numa área bastante <em>sui generis</em> e que é o transporte de tubarões, raias e outros peixes por esse mundo fora.</p>



<p>Se acham que estão com um dia stressante, experimentem gerir um transporte de meio milhão para Marrocos, com três despachantes alfandegários em que cada um insiste em só falar na sua língua, sendo que da coordenação dos três depende a sobrevivência dos peixes, ou seja, o sucesso da operação e o “taco” na conta no fim da dita. Ou então negociar um contrato igualmente elevado com tropa da Arábia Saudita, que têm todo o dinheiro do mundo mas não gostam nada de se desfazer dele.</p>



<p>Bem sei que todas as profissões padecem de momentos de ansiedade tremenda, mas acumulei uns belos cabelos brancos ao longo destes últimos 30 anos e adoro partilhar, com quem estiver disposto a ouvir, as soluções fora da caixa que fui encontrando para manter a equipa e clientes motivados.</p>



<p>Abraços!</p>
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		<title>Mais um testemunho brutalíssimo</title>
		<link>https://jpcorreia.pt/mais-um-testemunho-brutalissimo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 13:25:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muito agradeço ao estimado Rui Faísca o testemunho fabuloso que partilhou no LinkedIn, por ocasião da notícia “Uma Aventura das Arábias”. Não escondo que me agrada sentir que os leitores absorvem a tremenda ansiedade que está associada às nossas operações Flying Sharks e não se ficam pelas fotos bem-dispostas, de copázios e comezainas, que partilhamos &#8230;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://jpcorreia.pt/mais-um-testemunho-brutalissimo-2/">Mais um testemunho brutalíssimo</a> aparece primeiro em <a href="https://jpcorreia.pt">João Correia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito agradeço ao estimado Rui Faísca o testemunho fabuloso que partilhou no LinkedIn, por ocasião da notícia “<a href="https://jpcorreia.pt/uma-aventura-das-arabias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Uma Aventura das Arábias</a>”.</p>



<p>Não escondo que me agrada sentir que os leitores absorvem a tremenda ansiedade que está associada às nossas operações Flying Sharks e não se ficam pelas fotos bem-dispostas, de copázios e comezainas, que partilhamos ocasionalmente.</p>



<p>A triste realidade do nosso negócio é que, quando estamos aflitos e, em bom português “à rasca”, não há tempo para fotos… Estas só saem quando estamos confortavelmente alapados em frente a uma bela almoçarada, a descansar depois de mais uma missão (bem) cumprida.</p>



<p>Não é à toa, por isso, que as nossas redes sociais sejam plenas de “É só boa vida!”, “Eu é que queria um emprego desses!” e outras pérolas similares. Pois é, não haja dúvida…</p>



<p>É pena as nossas fotos alegres não mostrarem a agonia de recebermos um email de um transitário chileno que TRIPLICOU o preço do frete aéreo de caixas que íamos enviar para um cliente, numa atitude autoritária, de quem sabe que tem a faca, o queijo, o pão e a marmelada na mão…</p>



<p>Mas adiante que, dos fracos, não rez’a história!</p>



<p>Resta repetir o agradecimento ao simpático testemunho do Rui e esperar que apreciem a leitura dessas linhas tanto quanto eu apreciei escrevê-las – e Vivê-las!</p>



<p>E não esqueçam que, se gostaram do “Tubarões Voadores”, ainda têm o “Por Mares Bastante Navegados” para ler e, se o inglês não vos assustar, têm a trilogia ilustrada “Sex, Sharks and Rock &amp; Roll” mas, essa, será melhor lerem longe dos olhares infantis, porque há muitas historietas que envolvem grafismo, cof cof, “audaz”…</p>



<p>Ora espreitem tudo na <a href="https://jpcorreia.pt/livros/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">área “Livros” de jpcorreia.pt</a>!</p>
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